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iPhil

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HD e o 16:9

06.03.14
HD e o 16:9

 

Continua a ser um mistério para mim, a total ausência de um plano de transição das televisões nacionais para o formato panorâmico 16:9 e HD. Finalmente, uma figura relevante como José Alberto Carvalho, falou sobre a questão e foi crítico.

 

Através do site atelevisao.com, tomei conhecimento que José Alberto Carvalho, numa conferência, terá sido crítico pelo facto das televisões nacionais, especialmente a TVI e a SIC, não apresentarem qualquer plano de migração do formato 4:3 para o 16:9 e considerou que isso é um problema.

 

Finalmente, alguém com uma posição importante no meio, reconhece que isso é um problema. Como é possível, num país que tem o hábito de adoptar rapidamente novos formatos e tecnologias, as televisões não conseguem reconhecer essa característica e adoptar finalmente o 16:9 e o HD (bem sei, que a questão no TDT é mais complexa). No entanto, novos projectos que iniciam as transmissões exclusivamente nos serviços de subscrição de televisão, apresentam a versão Standard em 16:9 e a respectiva versão em HD. O mesmo critério ainda não foi assumido pelas televisões nacionais, um caso raro na Europa. Só a Roménia se aproxima da situação portuguesa.

 

Mesmo a RTP, que já transmite em 16:9 e HD, não o consegue fazer com toda a programação. Sei que é um investimento elevado...mas a licença para operar em Portugal, não implica funcionar como serviço público? E fornecer o serviço em 16:9 e HD não devia ser um requisito para operar em Portugal?

 

Projectos e Ideias: 28 Minutos e 7 Segundos de Vida

03.02.14
Projectos e Ideias: 28 Minutos e 7 Segundos de Vida

 

Sim...vou voltar a falar do Manuel Forjaz...porque estaria longe de imaginar que estaria para começar na TVI24, o extraordinário "28 Minutos e 7 Segundos de Vida".

 

A ideia destes posts de 2ª feira, seria destacar todo o tipo de projectos, mais ou menos conhecidos e estaria longe de pensar em destacar um programa de televisão.

 

Quando ouvi falar do "28 Minutos e 7 Segundos de Vida", julgava que seria um programa de entrevistas, liderado pelo José Alberto Carvalho (outro grande profissional da comunicação) e o programa de estreia teria a presença do Manuel Forjaz. O momento e o contexto era o mais indicado.

 

No entanto, descobri pelas partilhas nas redes sociais que andava por aí, o vídeo do primeiro programa e melhor do que isso...rapidamente percebi que o programa contará com a presença permanente do José Alberto Carvalho e do Manuel Forjaz.

 

O primeiro programa foi dedicado ao "Sentido da Vida" e foi inevitável não tocar na questão do cancro e estou na expectativa para ver os próximos programas.

 

O programa será semanal, transmitido às quartas-feiras, às 23h. Em cada semana... um tema: com ideias, vídeos, ferramentas para refletir e aproveitar cada aspecto da nossa vida. Cada momento. Cada gesto, sentimento ou afeição. Ou cada falhanço.

 

Eu fiquei viciado...e vocês?

Pay Per View

11.01.14
Pay Per View

 

Desconheço se a iniciativa só agora começa, mas agora que teremos um SL Benfica - FC Porto, apercebi-me que o jogo estará disponível online em modo Pay Per View, algo que eu pedia há imenso tempo.

 

Não, não falarei do jogo. É só mais um jogo (com um enquadramento emotivo, é certo) da Liga Portuguesa e as análises histéricas deixo para quem as quiser dar.

 

Mas fiquei satisfeito por ver que o Pay Per View pode ser uma alternativa viável aos modelos de subscrição comuns. É verdade que o preço por jogo (pelo menos, para este jogo) pode ser elevado. São 7,90 Euros para adeptos e 4,90 Euros para sócios. Pessoalmente e sabendo que o preço mensal do canal são 9,99 Euros, parece-me que o preço justo seria 4,90 Euros para todos.

 

Para os interessados, o jogo estará disponível para subscrição e visualização em aovivo.slbenfica.pt.

 

ACTUALIZAÇÃO: No dia em que publiquei o post, escapou-me o detalhe que o serviço não está disponível para Portugal, Angola, Moçambique, Estados Unidos da América, Canadá e Brasil, curiosamente onde a BenficaTV é transmitida através de operadores de televisão. Pessoalmente, acho que é uma péssima opção. Teriam muitos clientes que não estão dispostos a pagar por uma subscrição mensal, mas preferem pagar jogo a jogo, conforme o interesse do mesmo.

Séries

02.06.13
Séries

 

Nesta temporada de séries, de 2012/2013, acompanhei 4 séries. Neste post, farei uma espécie de balanço da temporada que está prestes a terminar.

 

O tempo que nos sobra, é sempre pouco e é preciso fazer algumas escolhas das séries que acompanhamos. Por isso, nesta temporada 2012/2013, optei por acompanhar Game of Thrones, Mad Men, The Borgias e House of Cards.

 

E se tivesse que fazer um top, Game of Thrones ficaria claramente em último lugar. Foi seguramente a série mais fraca de todas faltando ainda dois episódios. Não tenho dúvidas que é uma grande série. Sou mega-fã. Mas depender uma temporada inteira dos 2/3 últimos episódios é muito pouco para uma série da qualidade do Game of Thrones.

 

Depois colocaria, neste top, Mad Men. Chegámos à 6ª temporada e apesar de já não ter o vigor de outras temporadas, a séria continua a mostrar um estilo e uma subtileza nos diálogos e nas situações que são apresentadas aos personagens, que é impossível não gostar.

 

House of Cards foi uma boa surpresa. Para já, é uma série que poderá tornar-se num símbolo no futuro das séries, uma vez que foi a primeira série a ser lançada de uma vez só, em bloco, numa plataforma digital e independente, uma vez que o Netflix foi a empresa que produziu a série. Para quem não sabe, o Netflix é um serviço online de aluguer de filmes e séries, apenas disponível em alguns mercados, como os EUA ou Reino Unido. Mais séries estão a seguir este modelo de negócio e a Amazon e a Microsoft (com a Xbox) vão seguir o mesmo caminho.

 

Quanto à série...bom, apresenta-se Kevin Spacey ao seu melhor nível e mostra-nos como é feita a política de corredor e os bastidores dos famosos lobbies. A série é uma adaptação de uma série original inglesa.

 

Finalmente, a referência aos The Borgias. Só há pouco tempo, tive oportunidade de ver as duas primeiras temporadas, sendo que, a 3ª temporada estava prevista para esta temporada, que termina no Verão de 2013. E ao contrário de outras, a 3ª temporada vai reforçar a qualidade da série. Com poucas personagens, mas com personagens muito fortes e com as quais criamos mais empatia e historicamente é muito fiável (mais que os Tudors, por exemplo). Nota para a prestação sempre fantástica de Jeremy Irons, como Papa Alexandre VI (Rodrigo Borgia).

 

 

Ainda uma última palavra para The Walking Dead, que deixei de acompanhar, mas que acabei de recuperar totalmente há poucos meses, com uma 3ª temporada que colocou a série no seu lugar. Espero que a 4ª temporada mantenha a série no caminho certo.

Superbowl

04.02.13
Superbowl

 

Ontem foi dia de Superbowl, o dia da grande final de Futebol Americano. Para muitos é só uma final de um desporto que não acompanham...para outros, só interessa o "Halftime Show" e ainda para outros interessa o impacto que o evento tem.

 

No meu caso, acho tudo conta. Gostava de acompanhar mais o futebol americano, mas não deixo de acompanhar o impacto que o evento tem no mercado publicitário, no cinema, através dos trailers e do Social Media, que ontem, tornou-se fundamental, por causa da quebra de energia, no 3º Quarter de jogo.

 

E de facto, ontem, o momento do evento, foi mesmo a quebra de energia...foram mais de 30 mins absolutamente frustrantes...mas teriam assim tão frustrantes?? A ver pela minha timeline de ontem, não me pareceu nada e na realidade recordes foram batidos, naquela que se tornou a plataforma ideal para estes modelos: o Twitter.

 

Chegados ao intervalo, já o recorde do ano passado de tweets já tinha sido ultrapassado, mas quais foram os picos de tweets?

 

- Quebra de energia: 231.500 tweets por minuto (TPM)


- Touchdown dos Ravens pelo Jones que percorreu 108 jardas (novo recorde): 185.000 TPM


- Final do jogo. Os Ravens ganham: 183.000 TPM


- Jones faz uma recepção de um lançamento de 56 jardas para touchdown (final do 2º quarter): 168.000 TPM


Gore fazz touchdown para os 49ers: 131.000 TPM


Portanto, estes números provam que o momento alto foi mesmo a quebra de luz e que isso podia tornar-se um pesadelo para os anunciantes. Ora, o que o Twitter ontem provou é que pode ser precisamente o contrário. Marcas como a Audi (9.000 retweets), Oreo (14.000 retweets) e Tide (1.250 retweets), provaram que aquele momento seria o ideal para promover a sua marca. No caso da Audi, acabou por ser ainda mais irónico, porque o evento decorreu no "Mercedes-Benz Superdome".

 

Mas ainda existe outra vertente do Superbowl...os intervalos. Ao contrário do que se pensa, não existe apenas um grande intervalo (onde pelo meio, temos um mini concerto de 15mins), mas existem vários intervalos, cujas slots, custam muitos milhões de dólares. Entre esses anúncios, estão alguns dos principais trailers dos filmes que marcam a primeira metade de 2013.

 

 

Obviamente, depois temos os anúncios propriamente ditos. Podem ver os melhores spots, no FilmSpot.

 

Mas um Superbowl não é um Superbowl, sem o "Halftime Show" e este ano, o show contou com a presença de Beyonce e das Destinys Child. E sim, foi espectacular...uma verdadeira diva.



Ainda acham que o Superbowl é um evento que deve ser ignorado??

Momentos de Mudança

04.11.12
Momentos de Mudança

 

Só hoje, descobri a série documental (é assim que a SIC lhe chama) "Momentos de Mudança", o que prova a televisão que já não vejo. Mas, nas promoções que vi, reparei que a fotografia, os planos e a montagem era-me familiar. Tinha qualquer coisa de Jorge Pelicano.

 

Para quem não sabe, Jorge Pelicano é o autor de documentários como o "Ainda há Pastores" e o "Pare Escute Olhe" e por isso, reconheci rapidamente o estilo nas promoções que vi do "Momentos de Mudança" e sempre me questionei por que não se apostava mais neste formato e em particular, porque não se apostava no talento que temos em Portugal, nomeadamente a SIC, com o Jorge Pelicano.

 

No mês em que comemora 20 anos de emissões, a SIC estreou uma série documental debruçada nas maiores transformações vividas pelo país de 1992 a 2012. "Momentos de Mudança" acompanha vários portugueses até ao instante em que experimentam viragens profundas e marcantes nas suas vidas. Casos exclusivos nunca antes retratados em televisão que agora chegam ao grande público pela mão da informação SIC. Eu referi o Jorge Pelicano, mas é preciso destacar a restante equipa, liderada pela Cândida Pinto.

 

 

Apesar da estreia no início de Outubro, só agora o descobri. Para quem perdeu os programas anteriores, ou pretende continuar acompanhar, podem aceder à página da SIC e ver on demand. Também pode acompanhar o projecto no Facebook.

#NBCFail

29.07.12
#NBCFail

 

 

aqui tinha feito referência à problemática das estações de televisão, não compreenderem que o espectador é um elemento activo em todo o processo actual de "broadcasting". Nos dias de hoje, a definição de uma programação ou a gestão de um canal é radicalmente diferente do que era há uns anos (e não é preciso recuar muito tempo).

 

 

Falei aqui do caso da NBC, que está a dar que falar. As Redes Sociais estão a fazer o resto e as audiências vão ditar o mais importante, sobretudo nos Estados Unidos, sabendo-se do peso que isso representa.

 

 

A NBC já tinha sentido na pele, o efeito das Redes Sociais, no caso do despedimento do Conan O'Brien. A NBC estava tão distante da realidade, que julgou que teria sido o próprio Conan a gerar aquela reacção na web, quando a reacção tinha sido espontânea e da audiência que acompanhava o Conan.

 

 

Agora, fica a ideia que as proporções são maiores e mais graves. Foi criada a hashtag #NBCFail no Twitter e no Google+ (acredito que o Facebook esteja com um incremento de trafego, relacionado com a mesma situação) e a reacção tem sido esmagadora.

 

 

Uma rápida consulta pelo Twitter e Google+, percebe-se a escala.

 

 

Deixo-vos um dos exemplos.

 

 

As 6 formas que a NBC encontrou para estoirar com a cobertura dos Jogos Olímpicos:

 

1 - Gravar/atrasar o que está a ser visto em directo no resto do mundo.

 

2 - Interromper a emissão com intervalos.

 

3 - Falhar na geografia...estudos sociais...e...

 

4 - Comentários estúpidos

 

5 - O stream online só está disponível para clientes de cabo.

 

6 - Tributo interrompido para a emissão passar para o Ryan Seacrest.

Jogos Olímpicos e a Televisão

28.07.12
Jogos Olímpicos - London 2012

 

 

Os Jogos Olímpicos tornaram-se num evento predominantemente televisivo ou pelo menos, visualmente apelativo para os diversos meios que fazem a cobertura do mesmo. Mas falamos de um evento, que ocorre a cada 4 anos, em que são evidentes as diferenças tecnológicas entre cada edição.

 

 

Todos eles são marcados por uma qualquer evolução tecnológica. Não estarei a dizer nenhum disparate, se disser que as edições de 2000 e 2004, ficaram marcadas pela capacidade que aumentar a cobertura televisiva, por causa da massificação dos serviços de televisão por cabo, havendo mais canais a fazer a cobertura dos Jogos. Em 2008, já tínhamos a fibra e a possibilidade de assistir os Jogos em Alta Definição.

 

 

Chegados a 2012, os Jogos Olímpicos chegaram a uma era onde o Twitter e o Facebook reinam na web e muitos dos conteúdos vídeo, em HD ou não, são consumidos também na web, em directo ou on demand. Mas fica a ideia que as televisões que obtiveram os direitos de transmissão dos Jogos (ainda faz sentido?), não percebem e continuam a não entender quem são os seus espectadores ou pelo menos, uma parte importante dos seus espectadores.

 

 

Muitos de nós, já assiste aos jogos acompanhado de um portátil, de um tablet ou de um smartphone. A capacidade de partilha é imediata, sejam comentários, fotos ou vídeos. Para além disso, com a quantidade monstruosa de conteúdos que existe neste período de tempo, parece-me natural, sabendo que a tecnologia o permite, que eu queira escolher o que me apetece ver.

 

 

No caso português, criou-se um canal RTP em HD (menos mal), 24 horas dedicado aos Jogos Olímpicos. A iniciativa é de louvar. Mas ficou aquém do que é desejável. Porque não, associar a esse canal, funções interactivas, que permitam ao espectador escolher um jogo ou uma determinada modalidade. Porque razão tenho que assistir a um combate de judo, entre uma romena e uma japonesa, quando sei, que está a decorrer um jogo de ténis com o Roger Federer? O mesmo é válido para os fãs do Judo. Porque razão têm que levar com um jogo de Ténis (se calhar nem gostam), quando podiam escolher assistir ao combate de Judo. Ainda por cima, em estúdio, a RTP apresenta um video wall com 9 ecrãs. Porque não criar um canal interactivo, com 9 hipóteses de escolha (ou mais)? O MEO já tem o Canal Q, tem experiência dos Ídolos e da Casa dos Segredos. O primeiro não é em directo, mas os outros dois são. Já foi feito e com conteúdo que deixa muito a desejar. Por isso, porque não estender esse know-how para os Jogos Olímpicos e melhorar a experiência enquanto espectador dos Jogos Olímpicos.

 

 

Felizmente, foi com surpresa, que verifiquei a existência do site da Eurovisão (www.eurovisionsports.tv/london2012/), dedicado aos Jogos Olímpicos e cuja estrutura, se assemelha, com a proposta que fiz nas linhas acima. Faltará adaptar o interface a um ecrã maior.

 

 

Eurovision - London 2012

 

 

Nesta página, podemos assistir a um número elevado de eventos em directo, e mais tarde, on demand. E não ficaria admirado se os senhores da Eurovisão, após os Jogos, revelassem números muito interessantes do tráfego gerado. E como já se encontram na web, facilitam a partilha no Twitter e no Facebook, gerando tráfego para as Redes Sociais e vice-versa. No fundo, como deve ser feito.

 

 

Eurovision Sports TV - London 2012

 

 

Já nas televisões nacionais, não existe integração com as Redes Sociais e Social Media nestes eventos. Nem Twitter, nem Facebook, nem Hashtags. Nada, de nada. E com isto, salto para o outro lado do Atlântico.

 

 

Habitualmente, faço referências à realidade norte-americana e faço-o de forma positiva e como exemplo a seguir. Neste caso, é exactamente o contrário. Apesar da existência das Redes Sociais e das televisões norte-americanas até terem já alguma experiência nessa ponte, entre os dois meios, a NBC, a televisão oficial dos Jogos Olímpicos nos Estados Unidos, tem optado pela transmissão com delay e isso incluiu a Cerimónia de Abertura, o que irritou naturalmente os americanos. Enquanto o resto do mundo assistia em directo à Cerimónia de Abertura e ia partilhando o momento no Twitter e no Facebook, os norte-americanos limitavam-se a ler nas Redes Sociais, o que iam assistir daí a umas horas. Escusado será dizer, que muitos viraram-se para os streams menos legais, porque os outros têm restrições regionais. Outro conceito que nunca vou entender. A NBC não aprendeu a lição e já se gerou uma onda nas Redes Sociais, contra a estação americana, porque o mesmo critério continuou para as transmissões de hoje.

 

 

De resto, a NBC foi mais longe e nas justificações que apresentou para o delay, referiu que a cerimónia era demasiado complexa para que não fosse acompanhada por comentários. Deixo à vossa consideração, a avaliação destes comentários e desta justificação da NBC (há quem já o tivesse feito).

 

 

No fundo, estes Jogos Olímpicos provam que a Televisão e os Direitos Televisivos têm que mudar. A prioridade é o espectador e não o Conselho de Administração das Televisões e dos Operadores de Televisão. O espectador vai encontrar soluções e a médio prazo, serão as Televisões, as maiores prejudicadas, porque elas não encontraram soluções em tempo útil.

 

 

Para terminar, uma palavra para a Cerimónia de Abertura, criada pelo realizador Danny Boyle. Há 4 anos, os chineses, tinham elevado muito a fasquia. Imediamente, os ingleses ficaram sob pressão, nomeadamente após a cerimónia de encerramento de Pequim, em 2008.

 

 

Mas, os ingleses seguiram outro caminho e apresentaram uma Cerimónia espectacular e que não ficou nada atrás da cerimónia anterior. Como alguém dizia no Twitter, esta cerimónia ofereceu-nos algo que os Chineses nunca iam conseguir: Memória.

 

 

E foi mesmo. Grande parte da cerimónia foi uma evocação à memória. À memória e história de Inglaterra e da memória colectiva dos europeus e dos ocidentais. Mas foi também uma cerimónia cheia de simbolismo e culminou na própria Chama Olímpica e o conceito que rodeiou a mesma, na união dos povos em que a chama de cada país, é uma parte de uma única chama.

 

 

Chama Olímpica

 

 

E para aqueles que gostam de bandas sonoras e gostaram da música que acompanhou a Cerimónia de Abertura, já está disponível no iTunes, a compilação "Isles of Wonder".

 

Feitos em Portugal

06.05.12
Feitos em Portugal

 

 

Já tinha feito referência a este programa da autoria da Laurinda Alves, por causa da presença do Zé Pedro Cobra, mas já tinha tido oportunidade de ver os primeiros programas.

 

 

"Feitos em Portugal" tem sempre duas figuras em destaque, com boas ideias, projectos ou uma carreira de sucesso, nascidos em Portugal e com sucesso em Portugal. E para já, estou a gostar muito do resultado (julgo que está a resultar muito melhor do que o projecto anterior), mas não só. Todos os programas ficam rapidamente disponíveis para visualização online no Vimeo e pode ser vistos on demand e em formato HD.

 

 

Se me perguntarem, se tenho uma entrevista favorita...a minha resposta é sim e podem vê-la no 3º programa e é a entrevista da Diana Gomes da Silva.

 

 

Como sou vosso amigo, podem ver aqui mesmo, todos os programas transmitidos até agora.

 

 

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