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iPhil

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Senna

21.03.14
Senna

 

Hoje, Ayrton Senna faria 54 anos. Foi este brasileiro que me fazia colar à televisão todos os domingos em que havia um Grande Prémio de F1. Foi por causa dele que ganhei uma paixão imensa pelo desporto motorizado.

 

E de repente, este blog é só F1. Primeiro com a nova temporada de F1 e agora, com o aniversário de Ayrton Senna, eventualmente o mais talentoso piloto de todos os tempos e que nos deixou cedo demais.

 

As tardes de domingo eram especiais, porque havia um tal Senna a correr na televisão e desde que me lembro, ao volante de um mítico Lotus, preto e dourado (com o qual ganharia o seu primeiro Grande Prémio, em Portugal, no Estoril) e mais tarde, ao volante do ainda mais mítico McLaren, com as cores vermelho e branco.

 

Senna foi o rei do Mónaco. Senna foi protagonista de uma das maiores rivalidades, com Alain Prost. Fez milagres com carros que não eram competitivos. Depois de geração de Hunt e Lauda, Senna conseguiu trazer a F1 para níveis nunca vistos.

 

Partiu muito cedo, no GP de San Marino, em Imola em Maio de 1994. Foi um daqueles momentos, que ficou na memória colectiva...e cada um de nós, consegue descrever onde estava e o que estava a fazer.

 

Para quem não teve oportunidade de ver ou não teve oportunidade de viver todos aqueles momentos em directo, recomendo vivamente o documentário Senna (2010), um brutal filme sobre a vida deste brilhante piloto.

 


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Nota: A imagem que ilustra este post é do McLaren MP4/8 de 1993. É o meu F1 preferido. Não foi o melhor. Mas, talvez por ser pilotado por Ayrton Senna e por causa da carreira dele na McLaren, foi um carro que me marcou. Quis o destino que a temporada de 1993 ficasse marcada pela fantástica volta à chuva em Donington Park e pelas vitórias em Interlagos (Brasil), Mónaco, Suzuka (Japão) e Adelaide (Austrália). De resto, o GP da Austrália, ao contrário do que acontece hoje, fechava a temporada e foi a última corrida ganha por Ayrton Senna.

 


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It's time!

14.03.14
It's time!

 

Estamos a poucas horas do regresso da F1, com o primeiro treino livre do GP da Austrália (à 1:30 da manhã, hora portuguesa).

 

Acho que nunca fiquei tão empolgado com uma temporada de F1 como a temporada que agora começa. É verdade que os eternos pilotos que nos ocupavam as tardes de Verão de domingo já não andam por lá. É verdade que os motores V12 e V10, fazem parte de um passado longíquo. É verdade que os novos V6 Turbo, semi-eléctricos não são tão "animalescos" como os seus predecessores, especialmente no ruído que fazem ou não fazem. Mas, provaram nos testes de inverno que podem fazer tempos ao nível dos V8 do ano passado e até poderão bater as velocidades máximas dos V8.

 

Contudo, os novos F1 são tecnologica e mecanicamente tão complexos, que a são fiabilidade não está garantida para a primeira metade ou terço do campeonato, especialmente as equipas com motores (power units, como agora são chamados) Renault. A principal prejudicada nos testes de inverno foi a campeã do mundo, a Red Bull Racing. Para ajudar, a manutenção dos carros é ultra complexa e demorada. Uma avaria nos treinos livres pode afectar a qualificação ou até mesmo a corrida.

 

Por isso, para este primeiro grande prémio impera a incerteza, a dúvida. Quantos carros vão terminar? E os que terminam, quais serão as diferenças?

 

Algumas questões começam a ser respondidas dentro de poucas horas.

 

Bem-vindos à F1 2014 e à era V6 Turbo.

 


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O futuro do automóvel

04.03.14
O futuro do automóvel

 

Não, não vou fazer uma análise aprofundada sobre o futuro da indústria automóvel. Mas tentarei mostrar o caminho que está a ser seguido, com a ajuda da F1 e da Apple.

 

Nos últimos meses ou semanas, parece que a indústria automóvel está a entrar finalmente no séc. XXI. Eu sei, a frase pode ser polémica. Mas o arranque da F1 com o novos motores V6 híbridos, o McLaren P1, o Porsche 918 Spyder e o lançamento do serviço Apple CarPlay podem ser os sinais que a indústria e os consumidores precisavam.

 

Com este post, também não quero entrar na discussão dos combustíveis fósseis e os lobbies que estão associados. Num mundo perfeito, já tínhamos alternativas. Mas isso não aconteceu e se calhar encontrámos uma solução intermédia, de médio/longo prazo. Como refiro no início, este post não tem o objectivo de analisar de forma detalhada, o futuro da indústria automóvel, mas os falhanços dos últimos anos, com o Toyota Prius ou o Nissan Leaf, por exemplo, demonstram que algo terá que mudar e a tecnologia disponível não permite termos um automóvel totalmente eléctrico, com boas performances e com uma autonomia longa. Até aqui, o paradigma consistia em ter automóveis a gasolina ou gasóleo, híbridos (motor eléctrico + motor normal de apoio) ou totalmente eléctricos, com autonomia extremamente baixa e um preço demasiado alto.

 

Com as novas regras da F1 em cima da mesa, algumas marcas tiveram que criar um motor, com baterias que teriam capacidade de acumular energia a partir dos travões e do turbo, que adicionam potência ao motor principal.

 

Os primeiros automóveis de produção que vão tirar partido desta nova lógica, serão o McLaren P1 e o Porsche 918 Spyder.

 


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Estes novos motores são efectivamente mais económicos. É verdade, que os exemplos que dei são motores V8 e os F1 são V6. Mas, não estarei muito errado se disser que este novo paradigma poderá ser aplicado em qualquer motor e no futuro muito próximo, os automóveis de gama mais baixa, podem utilizar motores híbridos que sigam esta lógica, de motores comuns, com baterias que funcionam de forma complementar e a utilização do automóvel ajudará a carregar as baterias, sem a necessidade de recorrer obrigatoriamente a um carregador. Em Lisboa, o que não faltam são carregadores públicos, que ninguém utiliza.

 

Mas nos últimos dias, também tivemos novidades para o interior do carro e a forma como vamos poder interagir com o nosso smartphone, sem qualquer tipo de complicações. De resto, em Janeiro, já tinha abordado a questão. Depois de muitos meses de espera e já vamos a caminho do iOS8 (será que teremos o sistema, apenas a partir do iOS8?), algumas marcas, como a Volvo, Mercedes e Ferrari, já apresentaram o serviço Apple CarPlay, um sistema que permitirá controlar o vosso dispositivo iOS com comandos de voz, toque e comandos físicos do automóvel e que permitirá realizar chamadas, enviar e receber mensagens, navegar através do Apple Maps e ouvir a música que tiver no seu dispositivo iOS. A Apple prevê ainda a utilização de aplicações de terceiros, como o Spotify, por exemplo.

 


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Será que vamos conseguir finalmente trazer a tecnologia dos dias de hoje para a consola do nosso carro? Bem sei, que estará disponível apenas nos novos modelos de 2014. Contudo, estou curioso com as marcas de acessórios e auto-rádios, como uma Pioneer ou Phillips. Será que a Apple permitirá o desenvolvimento de novos auto-rádios com CarPlay?

 

 

Eu sei...coloquei mais questões do que respostas. Essas, só as teremos nos próximos meses ou anos.

Duas rodas

23.02.14
Duas rodas

 

Estão praticamente feitos os meus primeiros 100kms na recém adquirida Sym Fiddle II. Nas últimas semanas, dentro do pouco tempo que tenho, lá vou experimentando a nova máquina.

 

E tem sido uma experiência estranha...sou um tipo das quatro rodas, dos carros. Por isso, tem sido tudo novo nesta experiência das duas rodas. A sensação de velocidade, as curvas, o efeito do vento lateral, o frio, os espelhos minúsculos, etc.

 

É verdade que a chuva não tem dado grandes tréguas. Por isso, espero não desistir e tornar-me numa daquelas pessoas que se tornam viciadas nas duas rodas... acredito que a aproximação da Primavera possa ajudar.

 

(eu sei, eu sei...ou se gosta ou não das duas rodas...mas, o lado prático, neste caso, conta e muito)

Projectos e Ideias: Scooter Solution

17.02.14
Projectos e Ideias: Scooter Solution

 

E continuamos nas duas rodas, para vos apresentar um projecto que descobri há uns meses e agora, por causa do meu interesse, passou a constar novamente no meu radar. Estou a falar da "Scooter Solution".

 

A "Scooter Solution" começou com a ideia de 2 jovens com um gosto muito particular por scooters, que vai desde o seu design, passando pela economia, até ao prazer de disfrutar da scooter.

 

A ideia começou a desenvolver-se em 2007, depois de uma viagem a Itália, ficaram fascinados com a quantidade destes pequenos veículos, que tanto interesse gerou nos últimos anos em Portugal.

 

O projecto começou com o Scooter Advertising, mas faltava alguma coisa para complementar e foi nessa altura que surgiu o serviço de aluguer, assim ficou mais fácil desenvolver todo um conceito, o "Scooter Solution", que consiste em publicidade, eventos, passeios e aluguer de scooters.

 

A ideia por detrás do projecto é ajudar o desenvolvimento de Portugal, incutindo uma nova mentalidade, a "scooter amiga do homem".

 

Infelizmente, a Escola de Scooter já não existe. De qualquer forma, após o contacto com a "Scooter Solution", para quem estiver interessado, pode recorrer à Escola de Pilotagem da Honda.

 

Para mais informações sobre este projecto, passem pelo site oficial em scootersolution.com.pt ou façam Like no Facebook.

Why We Ride

16.02.14
Why We Ride

 

A tarde de domingo foi dedicada aos documentários. "Why We Ride" é um documentário dedicado aos amantes e apaixonados pelas duas rodas e de que forma, isso tem influência na sua vida.

 

Depois do "The Armstrong Lie" passei rapidamente para o outro documentário que tinha pendente para ver, afinal é um formato de que gosto imenso. O "Why We Ride" é um documentário dedicado a todos aqueles que nutrem uma paixão pelas duas rodas.

 

Os que me acompanham sabem que já ando aí pela estrada, a treinar a minha entrada no universo das duas rodas. Por isso, este documentário surgiu numa altura crucial. Eu sou e sempre serei alguém que terá uma paixão pelas 4 rodas e pelos carros. A questão das duas rodas, surgiu por questões práticas do dia-a-dia em Lisboa, numa tentativa de obter uma qualidade de vida superior.

 

Fica por responder se ganharei a paixão pelas duas rodas. O feedback que recebo é mais ou menos unânime...assim que se experimenta é difícil não gostar. Os primeiros kms foram estranhos e apesar do receio, já lá vão 56kms feitos em Lisboa, por locais tão diferentes como o Parque das Nações, Avenidas Novas, Santa Apolónia, Graça ou Penha de França.

 

Para já, vou alimentando o culto através de documentários como o excelente "Why We Ride" ou os milhares de vídeos que encontramos no YouTube.

 


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72h Renault - Já está! - #72hNonStopRenault

02.02.14
72h Renault - Já está! - #72hNonStopRenault

 

Está dada a minha contribuição para as 72h Renault, no Circuito do Estoril. Mais importante do que provar a fiabilidade dos Renault, o evento tem como objectivo ajudar a Operação Nariz Vermelho.

 

O meu turno de 30 minutos, ficou marcado para as 18:30 de hoje, exactamente na transição do dia para a noite. Felizmente a meteorologia colaborou e consegui circular sempre com a pista seca.

 

Após um breve briefing de apresentação do evento e algumas recomendações, chegou o momento de entrar para a máquina que ficaria à minha disposição: Renault Clio TCe 90.

 

Renault Clio TCe 90

 

Sinceramente, não tinha qualquer preferência no horário e modelo. A vontade de regressar ao Circuito do Estoril é maior. Foi-nos dito que se tratava de uma prova de resistência e a organização achou que o tempo médio para que os 5 carros aguentassem as 72h, seria de 2m e 45s. O facto de já ter conduzido no Estoril com a ajuda de um instrutor, na altura com um Renault Clio RS, fez-me olhar para a pista com uma certa naturalidade e nem o factor noite, não fez qualquer diferença, até porque a posicionamento dos pinos era exactamente igual ao evento de Agosto do ano passado.

 

Ainda assim, a pista apresentava uma novidade. A organização optou por evitar a utilização da curva do Gancho ou chicane e voltar a utilizar a clássica Curva do Tanque, que faz parte do traçado original do Estoril, uma curva perigosa que deixou de ser utilizada após a morte do Senna e por segurança foi criada a curva do Gancho.

 

Circuito Estoril

 

Foram cerca de 6/7 voltas e me fazem querer voltar ao Estoril o quanto antes. Não teve o efeito novidade de Agosto passado...mas soube a muito pouco, como sempre.

 

Desta vez, houve diploma de participação... o Nariz Vermelho terá uma contribuição minha de 6/7 euros (com 56 horas, já tinham sido realizadas 5.336 voltas, ou seja, 5.336 euros) e a CarTrack associou-se ao evento e os participantes podem ter acesso à informação GPS das suas voltas (ou da melhor volta, já não me recordo) no circuito, ou seja, vou poder confirmar que trajectórias fiz, a que velocidade, etc.

 

Circuito Estoril

 

O evento terminará amanhã às 15h...estou curioso por conhecer os números finais, bem como as fotos e vídeos que possam ser publicados nas próximas semanas (até porque reparei no flash na curva 3).

 

Quando é mesmo o próximo evento no Estoril?? ;)

 

 

Nota: Podem continuar a acompanhar o evento no Facebook da Renault Portugal e não deixem de apreciar o fantástico trabalho fotográfico do Vasco Estrelado.

72h Renault - #72hNonStopRenault

31.01.14
72h Renault - #72hNonStopRenault

 

Já aqui tinha deixado alguns teasers no blog e agora está mesmo confirmado. Participarei no evento organizado pela Renault, das 72h Renault no Circuito do Estoril.

 

Perto das 15h, recebi a confirmação que estava inscrito e mais ao final do dia, recebi a confirmação que o meu turno será às 18:30 no próximo domingo, o que significa que estarei de regresso ao Circuito do Estoril, desta vez, no final do dia, já sem luz natural, o que será uma experiência diferente.

 

O evento tem como objectivo, comprovar a fiabilidade dos automóveis Renault, o que é um bom pretexto para ajudar a Operação Nariz Vermelho, que será apoiada neste evento.

 

Até lá, espero que os carros aguentem e a meteorologia ajude... uma coisa é certa...vai saber muito bem regressar a um local tão especial como o Circuito do Estoril.

Nariz Vermelho

29.01.14
Nariz Vermelho

 

Não, não é a bandeira do Japão. É mesmo um daqueles narizes da Operação Nariz Vermelho. E porque estou a falar disto?

 

Porque estou a poucas horas de receber a confirmação num evento, cujo objectivo é ajudar esta instituição. O que será? Estejam atentos...uma coisa é certa... será o regresso a um local especial, para fazer algo igualmente especial...

 

A conta é simples... 1 volta = 1 Euro.