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iPhil

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Haja pachorra para os operadores...

21.01.14
Haja pachorra para os operadores...

 

Estou a atingir o limite da paciência com estes senhores que vendem serviços de telefone fixo, móvel, televisão e internet, especialmente por causa da preferência por novos clientes e a fixação pelos períodos de fidelização.

 

Neste momento, estou com duas situações pendentes, em relação aos meus tarifários de telemóvel e banda larga móvel.

 

No telemóvel, estou com um período de fidelização até Novembro de 2014, na Vodafone, com o tarifário Best Plus Total (225 min/SMS e 1GB) com um contrato associado à aquisição do iPhone 5 de 24 meses.

 

A dada altura, a Vodafone lançou os planos RED que nada tem de inovador e uma grande parte dos clientes com plano Best saem prejudicados e aquele rebranding de tarifários foi uma oportunidade para a Vodafone realizar uma subida generalizada de preços. Ou seja, eu estou a pagar cerca de 32 euros e para ter mais ou menos o mesmo, terei que passar para um plano de 40 euros. Já nem vou pegar pelos 200MB...nem merece análise.

 

Como a Vodafone só tem olhos para a oferta de televisão e está a ser "comida vida" pela concorrência (e ainda não percebeu), o mais certo é ter uma vida muito curta e não me entendam mal...nada tenho a dizer sobre a qualidade de serviço. Mas comercialmente, está muito longe do que se pretende para uma empresa com o historial da Vodafone.

 

Já submeti um pedido de esclarecimentos à Vodafone para conseguir perceber qual será o custo para cancelar o contrato e desbloquear o iPhone. Veremos o que a Vodafone terá para me dizer.

 

Resta saber qual será a minha escolha no futuro...têm sugestões? Qual é o vosso preçário? Alerto que a minha utilização é quase 100% Internet e dados. Logo, SMS e Chamadas não têm qualquer tipo de relevância.

 

 

A outra situação é com a Banda Larga Móvel da TMN, que está associada à minha factura MEO. Há uns meses, verifiquei que o MEO oferecia um tarifário diferenciado de Banda Larga Móvel para quem tem Internet Fixa do MEO, que é o meu caso. Decidi questionar e foi-me respondido que seria somente para novas adesões.

 

Passados uns meses, dedici insistir e questionar, porque razão, a PT insistia em manter a restrição da adesão para actuais clientes. Nesse momento, descobri que a PT passou a receber questões através das Redes Sociais e a responder por esse meio tão moderno e rápido: Cartas.

 

Eu sei...eu sei...é uma resposta por escrito...mas não seria interessante enviar a carta e paralelamente responder pela mesma via em que a questão foi colocada originalmente? É uma forma subtil para adiar e complicar processos de cancelamento.

 

Já agora...no caso da Banda Larga Móvel, a solução passaria por cancelar o contrato actual e adquirir uma nova Pen, com fidelização e nesse caso, era assumida uma nova adesão. Estão a ver onde estou a chegar, certo?

 

 

Em resumo...deixo-vos uma lista com algumas práticas dos operadores, que me deixam irritado:

 

- O Ilimitado que nunca o é. As chamadas, as mensagens e o tráfego de internet...nenhum deles é realmente ilimitado.

 

- Períodos de fidelização. Especialmente quando não envolve a aquisição de equipamentos. Julgo que é imperativo que os operadores comecem a ter tarifários com e sem períodos de fidelização.

 

- Tarifários mais diversificados. Os operadores não evoluiram e continuam sem oferecer tarifários que cubram os mais diversos cenários...Mais dados...mais chamadas...mais mensagens. Quem usa mais internet, sai sempre mais prejudicado.

 

- Débitos directos e Facturas Electrónicas. O aproveitamento comercial que é feito pelos operadores, caso o cliente aceite o débito directo e a factura electrónica.

 

- Equipamentos bloqueados. Porque razão ainda vivemos no tempo dos equipamentos bloqueados? Especialmente quando os operadores subsidiam cada vez menos os equipamentos e ainda aumentam o valor de referência para desbloqueio do equipamento.

 

Sinceramente, gostaria que ANACOM fosse mais activa e tomasse algumas iniciativas no sentido de proteger os consumidores e promover a concorrência, afinal, algumas das funções de uma entidade reguladora.

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