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iPhil

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NÃO do Brasil

14.04.12
NÃO do Brasil

 

 

Há dias, descobri no Google+ (viram, não foi no Facebook, foi no Google+) um post do João M. Nogueira sobre a NÃO do Brasil nas Amoreiras. Pela foto deu rapidamente para perceber o conceito.

 

 

Como tenho pancada por ténis ou sapatilhas (se preferirem), com combinações diferentes de cores e que tenham, embora, no meu caso, opte por modelos com um lado conservador e que sejam simultaneamente irreverentes. Há combinações de cores que adoro, mas que nunca usaria (infelizmente, no dia-a-dia, também não os posso usar tanto quanto gostaria).

 

 

NÃO do Brasil

 

 

Como a minha marca preferida nem sempre consegue isso (sim, estou a falar na Nike), há muito que tentava encontrar uma outra marca que conseguisse isso. Quero arriscar que a NÃO do Brasil possa ser essa marca.

 

 

Os NÃO do Brasil são fabricados no Brasil, mas curiosamente não são comercializados no Brasil. São 100% artesanais e cada par de ténis é quase único. Podem existir pequenas irregularidades ou diferenças nos ténis esquerdo e direito.

 

 

NÃO do Brasil

 

 

Mas afinal qual é a origem desta marca e deste conceito? Diz a lenda que algures em Minas Gerais no Brasil, o pequeno Adilson, cansado de andar descalço, pedia de forma recorrente à mãe para lhe comprar umas sapatilhas e a resposta era sempre a mesma: NÃO. O Adilson optou por criar os seu próprio calçado com os materiais coloridos que ia encontrando nas favelas de Belo Horizonte. As suas sapatilhas iam-se tornando mais e mais bonitas.

 

 

Quando era questionado se já tinha dado um nome para as suas sapatilhas, Adilson recordava as palavras de mãe e respondia sempre que NÃO, com um sorriso enigmático no rosto.

 

 

NÃO do Brasil

 

 

Pelas mãos de João Pedro Amorim e Inês Guimarães, a marca chegou até Portugal e a primeira loja abriu nas Amoreiras e recomendo vivamente uma passagem pela loja. Uma pessoa perde-se pelas opções que tem à disposição. Tramado é quando encontramos uma e não há para o nosso tamanho. Mas não vou desistir. As sapatilhas Caipi é o modelo mais comum e custam 49 euros.

 

 

No meu caso, optei por uns azuis/vermelhos, com vivos brancos. Também podem escolher a cor dos atacadores. Inicialmente experimentei com azuis, mas com a ajuda do João Pedro, acabei por escolher branco.

 

 

NÃO do Brasil

 

 

Para mais informações podem passar pelo site oficial internacional ou melhor do que isso, podem passar pelo Facebook da loja de Lisboa (facebook.com/NAOdoBrasilLisboa) e deixar lá o vosso Like.

 

 

Nota: Eu sei, eu sei...fica estranho fazer uma review de umas sapatilhas, como se fosse um novo gadget. Mas digam lá...nem o The Verge faz isso.

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